Todo mundo tem um restaurante japonês do coração. O meu japa preferido fica no Largo do Machado, aqui no Rio. Ocupa o último andar de um prédio que divide com um inusitado bilhar. Isso aí. No Kioto a gente fica dividido entre tacos e hashis.
Melhor do que essa invasão de temakerias impessoais, melhor que os japas metidos à besta, melhor que os lugares que não têm sinuca. O Kioto é simples, pequeno, com garçons que servem temakis com mais ou menos recheio, de acordo com o humor do sushiman.
Antes dessa onda de restaurantes com mesas escondidas atrás de cortinas que prometem privacidade, o Kioto já oferecia um tatame com a descrição de um biombo. Fora os sofás, que abrigam confortavelmente pelo menos dez amigos famintos.
E o guioza, dizem, é tão bem feito quanto os da Liberdade. O rodízio é um bufê bem servido a preços bem abaixo da média da maioria dos japas cariocas. E o melhor: fica aberto para o almoço e o jantar.




A 13a. Bienal Internacional do Livro acaba hoje no Rio de Janeiro. Com um público recorde que ontem beirou as 90 mil pessoas, o evento reuniu 950 expositores e mais de de 300 autores, sendo 23 deles estrangeiros.










