Há pouco tempo fiz um post sobre um inusitado sabor de refrigerante escolhido pela Pepsi. O Ice Cucumber, que continha o “verdadeiro sabor de um pepino fresco”, foi lançado no verão passado do Japão. Fez sucesso lá com os japas e aqui no blog. Muita gente topou ser cobaia pra experimentar essa sutil refrescância…(sem comentários).
A moda dos gaseificados com sabores estranhos ganhou mais força com os lançamentos da Fanta World/Fanta Sabores do Mundo. Aqui no Brasil sempre tivemos a “amiga fanta” nos almoços de domingo. Eram três quando ainda existia a de sabor limão, mas com a chegada do Sprite ficamos só nas “tradicionais” laranja e uva.
Estranhou as aspas em “tradicionais”? Eu também achava que fanta uva era coisa que se encontrava nas prateleiras mundo afora. Mas não. Veja a surpresa quando eu soube que a minha, a sua, a nossa fanta uva fazia os espanhóis torcerem a cara e mostrar a língua colorida depois do primeiro gole.

Olha a latinha toda decorada com motivos tropicais e com dançarinos de samba. O sabor uva é do Brasil-l-l! Ainda bem que não rola a Fanta Banana!


Essa da esquerda é a do Japão. Mas que raios de fruta é Sandía?? Tem até a das Ilhas Maldivas (a da direita). Quem quer uma golada de…shokata bem geladinha?

O post todo foi pra dizer que hoje eu tomei pela primeira vez a Fanta Tailândia. O sabor de laranja com manga é estranho e, tenho que dizer, que concordo com a maioria das pessoas. Parece que tem gosto de pêssego! O cheiro é de manga, mas o gosto, juro que é de pêssego. Gostei não.
Aqui no blog, tanto Faca, como eu, temos uma coisa diagnosticada na literatura médico-culinária como “sanha das papilas gustativas”. Esse desvio de comportamento nada mais é do que “quanto mais diferente e estranho melhor! O que vale é experimentar!”.
De vez em quando a gente quebra a cara. Ou alguém aí já se esqueceu que gosto tinha a Cherry-Coke?







Mais um dia de sol no Rio de Janeiro. Podia ser só mais um, se ele não viesse depois de quase uma semana de chuva e no meio de um feriadão que prometia ser o mais nublado de todos.
O único restaurante da Prainha em dias de grande movimento tem um atendimento que exige paciência. Mas o monopólio de quitutes prova que não é por falta de espaço que só pode haver um estabelecimento do tipo na praia. Em grupo de quatro, pagamos por volta de R$ 15 por pessoa. Abrimos os trabalhos com maravilhosos pastéis de camarão e de siri . Depois pedimos uma anchova frita que veio fartamente acompanhada de pirão , arroz e salada. Tudo isso de frente pro mar e com um sol que começava a se despedir.








