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Domingos preguiçosos

Postado em Afetiva, Comidinhas, café-da-manhã em Julho 26, 2009 por garfo&faca

Chove e faz frio — nenhum bom motivo pra sair da cama. Mas fui arrancada violentamente do edredom para o trabalho. O  Garfo ficou em casa de molho e em frente à TV , é claro! Aposto como ele ia adorar comer alguma coisa bem quentinha, daquelas que fazem carinho na barriga.

Bom, eu faria panquecas com mel e um chá de capim limão. Acertei em cheio?

A receita das panquecas vem da serra, da pousada Alcobaça – que fica pertinho de Petrópolis e longe de todo o resto.

pancakes por terri_tu.

:: Panquecas Alcobaça::

3 ovos grandes  ::  1/3 xícara de açúcar  ::  50g manteiga mole  ::   1/2 xícara de leite  ::    1/2 xícara farinha de trigo  ::   2 colheres de chá fermento (pó Royal)

Como fazer:

Bater todos os ingredientes no liquidificador. Numa chapa grossa de ferro (sem untar) fritar a massa usando cerca de duas colheres de sopa por panqueca. Quando formar bolhas, virar com uma espátula. Graduar o fogo.

Aviso: a primeira panqueca nunca dá certo, e deve ser feita só para testar a temperatura. Servir com manteiga,  geleia e mel.

Agora, um chá de capim limão com limão. A redundância cura resfriados teimosos.

change the direction! por FrizzText:: Chá de capim limão com limão ::

folhas de capim limão fresco ::  duas rodelas de limão ::  açúcar mascavo para adoçar

Como fazer:

Faça a infusão com as folhas do capim limão e despeje o chá numa xícara, já com o limão e o açúcar.

Cuscuz se come “com as mão”

Postado em Afetiva, Rápida em Maio 28, 2009 por garfo&faca

Cuscuz por Allen_Ferraz.

A origem é desconhecida. Uns dizem que ele é parte integrante da mesa africana, outros que foi trazido pelos portugas que filaram dos mouros. Fato é que ele é titular no cardápio dos árabes.

Lá pras bandas do nosso nordeste ele tanto pode ser servido salgado com manteiga da lata, como num lanche doce com melado de cana e queijo de coalho.

A receita basicona aí debaixo serve como incentivo pra Faca. Ela já comprou a Milharina e até uma panela própria pro dito cujo. Só falta descobrir o caminho da cozinha…

Segura a receita aí:

- 500 g de milharina
- 300 ml de água temperada com sal
- 100 g de coco fresco ralado (opcional)

Numa tigela, hidrate a milharina em água temperada com sal.
Misture com as mãos até formar uma farofa úmida.

Transfira para uma cuscuzeira ou fôrma de pudim com furinhos.
Tenha o cuidado de não apertar a massa. Leve em banho-maria por
20 minutos.
Desinforme ainda quente e sirva com molho doce ou salgado.

Opção se você não tiver cuscuzeira: coloque o cuscuz num prato ou
tampa da panela. Coloque um pano úmido sobre o cuscuz, envolvendo
o prato (ou tampa) e vire o prato (ou tampa) de ponta cabeça.
Segure bem as pontas do pano e amarre-o com um arame ou faça um
nó no pano.

Coloque o prato ou tampa (com o cuscuz e pano) de ponta cabeça
sobre uma panela com a boca do mesmo tamanho do prato. A panela
deve ter um pouco de água para cozinhar o cuscuz a vapor. Coloque
a panela no fogo e deixe o cuscuz cozinhando por 20 minutos.

Star Wars de forno e fogão

Postado em Afetiva, Cinema em Maio 19, 2009 por garfo&faca

wookie

Como todo o geek que se preza, eu e garfo adoramos Star Wars. E olha o que a gente encontrou no Amazon: um livro de receitas inspiradas no filme.  Só pra dar o gostinho, aí vai a receita dos “Rolinhos da Princesa Leia”:

:: Rolinhos da Princesa Leia ::

Ingredientes

1 colher de sopa de manteiga  :: *1 pacote de massa de torta congelada ::  2 colheres de sopa de açucar :: 1 e 1/2 colher de  chá de canela em pó :: 1 colher de sopa de leite :: 1/3 de xícara de açúcar de confeiteiro peneirado :: 1/4 de colher de chá de essencia de baunilha

Modo de fazer

::  Pré-aqueça o forno a 170º C.  Leve a manteiga numa panela em fogo baixo até derreter.  Coloque um pouco de farinha na mesa e abra a massa. Pincele a manteiga derretida por cima. Misture o açúcar e a canela e coloque sobre a massa, deixando uma borda pequena em todos as extremidades.  Enrole como um rocambole. Corte pedacinhos com a largura de um dedo. Leve os rolinhos para assar, numa forma untada por 20 minutos. Deixe esfriar por 10 minutos. Enquanto isso, misture o açúcar de confeiteiro, o leite e a baunilha.  Depois é só colocar a mistura em cima dos rolinhos, como uma cobertura.

* a receita original usa massa de pizza congelada. Eu acredito que uma massa de torta da Arosa resolva.

leia

Bom pra tosse

Postado em Afetiva em Julho 21, 2008 por garfo&faca

Esse tempo maluco aqui no Rio me fez rever alguns conceitos. Depois de algumas semandas convivendo com uma tosse insistente, me dei conta de que, mais uma vez, o inverno tinha chegado e trouxe a minha velha crise de sinusite.

No consultório onde só apareço em anos bissextos, o médico japonês que me atende foi taxativo: “chá preto com gengibre faz bem, né?”. Chá, Dr. Minei? Eu sempre achei chá uma coisa para perdedores. Bebida quente tem que ser café ou chocolate.

Mas a tosse é insistente e como ando testando qualquer coisa para me ver livre dela fui à seção de chás do supermercado. E um mundo novo apareceu. Chás de todos os tipos, para todos os gostos. Do tradicional chá preto às misturas de frutas vermelhas.

Em saquinhos tudo fica bem mais prático, mas facilitar pra quê? Escolhi o capim-limão fresco. Minha avó não deixava faltar na casa dela. Coloquei na cesta o gengibre e fui pra casa achando que essa combinação não daria certo.

Um pouco das folhas do capim-limão e gengibre – que não foi tão fácil assim de ralar - submersos na xícara  cheia de água quente. Duas colheres de chá de açúcar e pronto. Meu remédio estava devidamente adoçado e pronto para operar o milagre. Não deu muito certo.  A tosse não me abandonou definitivamente, mas acho que criei um novo hábito.

Ode à preguiça

Postado em Afetiva, Doces em Julho 14, 2008 por garfo&faca

Mudei o horário de trabalho. Não que eu quisesse, mas enfim, agora folgo nas segundas e nas terças.  Logo, enquanto todos estão trabalhando eu estou aproveitando o “preguição” em casa. Pra não ter trabalho resolvi fazer brigadeiro de microondas – delícia! Colher e televisão a postos? Vamos lá:

:: BRIGADEIRO DE MICROONDAS ::

Misture em um recipiente alto, desses que vão ao microondas, uma lata de leite condensado, quatro colheres de chocolate em pó e uma colher de sopa de manteiga. Leve ao microondas por três minutos em potência alta.  Retire e mexa a massa. Depois volte ao forno por mais três minutos. No final, misture até a massa ficar brilhante. Se tiver paciência, leve na geladeira para esfriar, faça bolinhas e passe no granulado. Achou muito demorado? Vá de colher e escolha um filme bom na TV.

Comunicado URGENTE aos leitores!

Postado em Afetiva, Amigos em Maio 13, 2008 por garfo&faca

Tenho que prevenir os leitores que passam aqui pelo Garfo&Faca. Minha sócia vitalícia nesse blog está de férias na vida profissional.

Até aí, tudo bem. Afinal, todo pobre mortal tem o direito de tirar um mês pra ficar longe do trabalho. Assim funciona com as pessoas normais…

O problema é que a amiga Faca tá um pouco longe desses parâmetros. E sob CNTP ela estaria tomando sol numa praia do nordeste ou esquiando em Bariloche. Mas a dita resolveu concentrar todas as suas forças em casa e deve dar vazão à essa sanha cozinhando e comendo – no melhor sentido, hein!

Por isso, esperem para breve vários posts intitulados: “Eu juro que fiz igualzinho à receita, mas não deu certo!”; ou outro “Faça como Neston: existem 1.000 maneiras. Invente a sua” e o melhor de todos deve ser algo na linha: “Se vingança é um prato pra ser comido frio, o meu só levou 10 minutos no microondas”. Esse, com certeza, vai ser dirigido à minha pessoa. Espera só.

Cara, eu confesso, vai ser um mês looooooongo. ;)

Chove lá fora

Postado em Afetiva em Abril 30, 2008 por garfo&faca

Combinação perfeita para ouvir os pingos batendo na vidraça antes de começar o feriadão.

Poesia na Mesa

Postado em Afetiva, Cinema em Abril 6, 2008 por garfo&faca

Domingo chuvoso e eu sem idéias para o almoço. Ainda bem que existe o Google! Não é que eu esbarrei numa receita linda do Panelinha

O “Espaguete Poético” me conquistou primeiro pelo nome e depois pelos ingredientes. É inspirado no filme  ” O Carteiro e o Poeta”.

O Garfo já deve estar salivando. Aposto que ele nem imaginava que eu poderia colocar cinema, Neruda e alcachofra numa coisa só.

:: Espaguete Poético ::

Ingredientes

350 g de espaguete // 6 alcachofras ou 6 fundos de alcachofra (em conserva) // 3 tomates maduros // 3 colheres (sopa) de azeite de oliva // 2 dentes de alho descascados // 1 punhado de folhas de manjericão // sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo

1. Se estiver usando alcachofras frescas, lave muito bem sob água corrente. Coloque as alcachofras numa panela de pressão, cubra com água, tampe e leve ao fogo médio. Quando a panela começar a apitar, marque 15 minutos e deixe cozinhar. Desligue o fogo e deixe toda a pressão sair antes de abrir a panela.
2. Com uma faca afiada, corte o talo da alcachofra bem rente à base. Retire todas as folhas até encontrar os espinhos. Com a ajuda de uma faca, retire os espinhos com cuidado. A tampa que sobra é o fundo da alcachofra. Sobre uma tábua, corte os fundos de alcachofra em tiras de 0,5 cm de espessura e reserve. Se estiver usando os fundos prontos, apenas corte em tiras.
3. Corte os tomates ao meio e retire as sementes com o dedo. Com a palma da mão, aperte os tomates contra a tábua até que ganhem forma plana. Em seguida, pique os tomates em cubinhos.
4. Numa panela grande, coloque 5 litros de água e 2 colheres (sopa) de sal. Leve ao fogo alto. Quando a água ferver, acrescente o macarrão e deixe cozinhar conforme as instruções da embalagem. Cuidado para não deixar o macarrão cozinhar demais, ele deve ficar al dente.
5. Leve uma frigideira grande ao fogo médio. Quando aquecer, regue com o azeite e refogue as tiras de alcachofras por 1 minuto.
6. Em seguida, junte os cubinhos de tomate, os dentes de alho inteiros e as folhas de manjericão. Refogue por 2 minutos, mexendo sempre, e tempere com sal e pimenta-do-reino. Retire os dentes de alho e despreze. Desligue o fogo e reserve o molho.
7. Despeje com cuidado o macarrão cozido em um escorredor. A seguir, transfira o espaguete para uma travessa. Com uma colher, distribua o molho sobre ele e misture bem. Sirva quente.

Por trás dos panos

Postado em Afetiva, Restaurantes em Março 30, 2008 por garfo&faca

Eu disse que jamais iria trair a Confraria dos Deschavados. Prometi que não revelaria, nem sob ferro quente, onde estão os lugares secretos para se comer a dois.

Afinal, quem precisa desses lugares, sabe onde encontrá-los!

Mas não pude deixar de atender ao pedido da “Lu”. É assim, singelamente, que ela assina um pedido de ajuda que chegou aqui no blog.

“…num post de outubro 2007 você falou da vontade de postar dicas de locais para curtir a dois com discrição, mas que, no fundo, era má idéia…
bem, será que em off, você me ajudaria, dando uma boa dica de um lugar discreto ou com cortinas para manter alguma privacidade e anonimato?”

Pois bem, vá lá. A coluna “G&F têm as respostas para as suas perguntas” acaba de ser inaugurada. E, pelo bem da nossa “Lu apaixonada”, e de mais um monte de gente que deve querer um pouco de privacidade na hora de sentar à boa mesa com a pessoa querida, aqui vai uma lista boa.

Um detalhe: Lu é do Rio e a lista é mais do que carioca. Aceitamos sugestões de quem queira mandar endereços de outros estados. Afinal, deve ter muita gente por aí precisando de um lugar à meia-luz…

Quer juntar estilo e privacidade? Então não tem erro. O Fasano Al Mare foi todo preparado pelo estrelado arquiteto francês Phillipe Starck. São cortinas de linho branco que isolam duas mesas – uma para até quatro pessoas e outra que comportam doze – O empresário Rogério Fasano deu um toque especial no lugar reservado aos pombinhos: escolheu pessoalmente um lustre de cristal belga dos anos 30 pra criar a atmosfera.

O namoródromo do Johnnie Pepper também está aberto pra quem não quer ser visto. Lá existe apenas uma mesa pra duas pessoas no meio dos 500 lugares da casa.

No Giuseppe Grill, o salão do subsolo tem uma área que deixa até 40 pessoas separadas do resto da casa. É lugar pra juntar os amigos e anunciar boas novas longe dos olhares e dos ouvidos dos curiosos.

Falando isso, quem descobriu um desses oásis foi a atriz Débora Secco. Ela, e o então namorado Falcão/Rappa, não saíam detrás das cortinas do gazebo do Aprazível, em Santa Teresa. A palafita que esconde uma mesa é toda envolta em um tecido indiano e armações de bambu. “Já tive problemas com um casal se pegando pra valer naquele espacinho. Mas vem muita gente procurando um lugar romântico”, diz o chef Villard.

Todos esses lugares são propícios para momentos que as pessoas não queiram compartilhar. Pedidos de casamento, a notícia da gravidez, casais extra-conjugais e até pés-na-bunda são pedida fácil nesses pequenos recintos.

O bom mesmo é desfrutar de um bom jantar sem ter que ficar ohando por cima dos ombros ou de olho no reflexos dos espelhos. Pronto, a traição da Confraria dos Deschavados está feita.

Só uma pequena coisa pra me redimir. A Lu vai receber, em off e por email, a minha lista particular de locais pra ver-sem-ser-visto

E, de antemão, já combino com ela: “- Se nos esbarrarmos, nada de comentários no dia seguinte, ok?”  ;)

Servição: 

Antiquarius Grill – Barrashopping – nível Lagoa, loja 160 – Barra – tel:2431-9931

Fasano Al Mare – Av. Vieira Souto, 80 – Ipanema – tel: 3202-4000

Johnnie Pepper – Via Parque, segundo piso – Barra – 2421-9786

Pistache - Centro Empresarial Botafogo – Rua Marqueês de Olinda, 11 – Botafogo – tel: 2551-4139 e 2551-1278

Guseppe Grill – Av. Bartolomeu Mitre, 370 - Leblon – tel:2249-3055

Blason – Casa Julieta Serpa – Praia do Flamengo, 340 – tel: 2551-1278

fonte: Revista RioShow – jornal O Globo, 7 set.2007

Raoul´s – O meu segundo restaurante dos sonhos

Postado em Afetiva, Amigos, Restaurantes, Vinhos em Janeiro 29, 2008 por garfo&faca

Essa historinha deve ter uns dois que não me sai da cabeça. Semprei pensei em fazer um post à altura, mas nunca tive paciência pra puxar pela memória.

Faca disse que nunca teve interesse em conhecer Nova York. Mas, desde que nos encontramos, ela diz que transformo histórias medíocres em lembranças inesquecíveis. Essa foi uma das minhas memórias que fizeram ela ter vontade de conhecer a cidade… 

O pequeno restaurante com cara de bistrô francês faz parte do imaginário de quem mora ou visita o SoHo. Atmosfera escura, balcão de madeira sólida e um sem-número de pinturas causam uma sensação aconchegante pra quem entra. Só não pude esconder a cara de decepção com o tamanho do lugar e acabei perguntando ao amigo que me acompanhava ” – Como um restaurante famoso por receber uma clientela de modelos, artistas plásticos e escritores só tem bar e banquetas?”.

Fiquei sem resposta. Foi só virar para o lado para ver que ele havia sumido. Olhei, esperei, sentei no balcão. Nada. Saquei o celular e furibundo disparei:  “- Pô. Cadê você, mermão?”. Depois da risada, ele disse: “- Tô vendo você daqui de onde estou. Entra na cozinha e vem andando até os fundos”. 

Pensei quinze vezes antes de tomar a decisão de passar entre panelas escaldantes e cozinheiros apressados. Fui andando pé ante pé e acabei por sair dentro de um tremendo falatório enfumaçado iluminado por pequenos abajures amarelos. Era o salão de jantar do Raoul´s.

Sentamos, pedimos um vinho e o cardápio. O restaurante dos irmãos alsacianos ficou famoso por ter pratos intinerantes que acompanham as mais novas tendências da mesa. O menu muda quase toda semana.

Comi como gente grande naquela noite. A entrada, se bem me lembro, tinha pequenos pedaços de vitela num molho de damascos quentes. Era tão pequena que nem deu pra encher o buraco do dente – maldita cozinha francesa!.

Bom mesmo foi o prato principal: bacalhau. Se engana quem acha que saboreei o peixão salgado da tradicional noite de Natal. O de lá, era servido numa posta grossa, branquinha e, acreditem, quase adocicado. Sou de família portuguesa e nunca tinha sequer sonhado em experimentar algo assim.

A sobremesa nem lembro. Acho que era uma seleção de frutas em calda. Depois de três garrafas emborcadas a memória não ajuda muito.  ;)

Antes do expresso, a mulher do amigo pediu licença e foi ao banheiro no segundo andar. Voltou três minutos depois andando em passinhos apertados. Não conseguiu cumprir o objetivo. Dizia que havia uma senhorinha sentada ao fim da escada interrompendo a passagem.

O Raoul´s reserva uma surpresa para os boêmios que o freqüentam. Lá em cima, numa desgastada poltrona de couro e elegantemente enrolada em um chale verde, estava uma cartomante. O serviço sempre foi tradicão desde os anos 70. É oferecido aos clientes que dispõem de paciência e uma nota de 5 dólares para ouvir sobre o passado e o futuro. Tudo embalado por uma voz rouca e com sotaque acentuado do leste europeu.  Enfim, um lugar pra ficar na memória.  Se tiverem curiosidade:  180 Prince St., New York, NY

ps: no título do post eu disse que o Raoul´s era o meu segundo preferido. Uma dica… o primeiro é  brasileiro e fica logo ali em Ouro Preto. Aguardem.

E você, tem um restaurante pra “chamar de seu”? Manda pra gente uma resenha. Vale qualquer especialidade e de qualquer lugar.