Arquivo para a Finger Food categoria

Nuuuuuts

Postado em Finger Food, TV em Setembro 20, 2008 por garfo&faca

Como todos sabem, não sou muito fã da Nigella. Mas não resisti ao programa de finger food que ela fez.  Testei a receita dos nuts, mas como não achei todos os ingredientes coloquei chocolate em pó no lugar de todos os temperos. E não é que ficou muito bom.

As receitas originais estão no Food Network. Separei uma listinha das que eu mais gostei no episódio:

Nuts: ela fez os nuts apimentados e com alecrim.

The Union Square Cafe

Bagna Cauda: molho de anchovas que vai bem com tudo.

Bagna Cauda

Halloumi com chilli: queijo da região da Grécia com chilli. Vale trocar por queijo coalho.

TRONG para os amantes da Finger Food!

Postado em Apetrechos, Bares, Curiosidades, Finger Food, Rápida, Sem-categoria em Abril 27, 2008 por garfo&faca

Um dos posts de maior sucesso aqui no G&F sempre foi o sobre Finger Food. Disparado é o assunto que as pessoas mais procuraram por aqui até hoje. O crédito pela sacada foi inteiramente da Faca. Foi ela que, sem frescuras, meteu a mão na massa para abolir o garfo e a faca (chuif).

Finger food é isso. Comer e se lambuzar. Levar diretamente da mão à boca sem intermediários de aço inox. É bom quando chega aquele pratão cheio de opções e a gente tá ali cheio de vontade de voltar ao tempo dos Flintstones. Portanto, se todo mundo da mesa topar é a hora de decretar o fim das coxinhas de frango!

Mas tem um problema. Bônus sempre vem acompanhado de ônus. Ao lado de uma mão lambuzada sempre haverá uma pilha de guardanapos sujos. É a lei. Não tem como fugir. Ou pelo menos, não tinha…

Dois amigos, Dan e Eric, queimaram a mufa para ter uma idéia original que os tirasse da vida ordinária. Pensaram, pensaram e não conseguiram. Ligaram para um monte de gente e, cansados de esperar por alguém que investisse em seus projetos, saíram para tomar umas cervejas no bar da esquina.

Pediram um pratão de costeletas regadas a molho barbecue. Humm. Bom demais, a não ser por um detalhe: o celular de Dan teimava em tocar insistentemente no bolso da camisa branca. O rapaz olhou pros dedos e titubeou.

Não atendeu por causa dos dedos sujinhos? Perdeu, playboy! Aquela poderia ter sido a ligação de um milhão de dólares…   

Mas esses carinhas nunca se abatem. Dali saiu o invento revolucionário que foi a salvação dos negócios da dupla – pelo menos é o que os dois dizem no site Trongs.com

Foi com esse nome pouco sonoro que eles batizaram a solução que promete acabar com o desconforto de quem gosta de Finger Food. É uma garrinha de plástico que reveste os dedos na hora de pegar qualquer fritura ou coisa que pingue molho.

Não consegui nenhuma foto para postar aqui, mas eles produziram um video que mostra o Trong em ação. Pessoalmente acho que parecem um pouco com aquelas dentaduras de vampiro vagabundas que a gente usa no carnaval. Mas se for para não sujar a camisa ou engordurar o Iphone, então tá valendo!

Mais lucrativa do que dar uns pipocos em alguém

Postado em Cinema, Curiosidades, Finger Food, Rápida em Abril 17, 2008 por garfo&faca

Faca me provocou no post anterior. Ela sabe que eu compro briga fácil. Aqui vai um monte de cultura inútil sobre pipoca. Guenta aí!

“Suspeita-se que a pipoca, vendida nos lugares certos, com as margens de lucro calculadas corretamente, pode ser a substância mais lucrativa de todo o planeta. Há concorrentes, como a heroína e os fuzis do mercado negro, mas, do ponto de vista do varejista, a pipoca tem vantagens insuperáveis.

É legal, segura, não vicia (discordo!!) e, diferentemente do petróleo e do fumo, não está atrelada a impostos federais. Segundo as palavras de um especialista na história social do produto, “não há que se compare” à pipoca no comércio legítimo.
Grão por grão ela sempre foi uma proposta comercial imbatível para o varejista porque é comprada por peso e vendida por volume e, quando estoura, se enche de ar, que não custa nada. Na década de 50, a razão volumétrica entre o milho para pipoca e a pipoca estourada eram de 35 para 1. Agora, graças aos progressos científicos, a proporção chega a 55 para 1 e está aumentando. O que é perfeito para os cinemas porque, quando você compra um balde de pipoca, não compra um número de grãos, mas sim abundância envolta em manteiga derretida. Nham-nham…

O milho para a pipoca custa quase nada.  O valor intrínseco dos grãos em uma quantidade de pipoca equivalente a US$ 1 é cerca de 1 centavo ( US$ 0,01). Portanto, o lucro imaginado seria de 10.000% . Mas esses números deixam muita coisa de fora, como o custo da máquina de fazer pipoca, sal, manteiga, embalagem… Todos os fatores considerados, o lucro real dos cinemas fica próximo de 75%, diz Andrew Smith, autor de Popped Culture.

Sem ela, as outras guloseimas vendidas no salão de entrada não seriam nada. O fenômeno dos multiplexes teria levado muito mais tempo para conquistar o mundo. Também não existiriam, aqueles salários multimilionários dos astros de primeira grandeza”.

Texto publicado no The Times.

Lambendo os dedos

Postado em Amigos, Finger Food em Setembro 16, 2007 por garfo&faca

Essa é mais uma para quem não tem frescura: comida para comer com a mão, rodeado de amigos que também não se importam em sujar os dedos. Aí vai uma seleção de links com receitas de “finger food”.

finger4.jpgfinger2.jpgfinguer4.jpg

Finger Food para iniciantes (em inglês) :

http://www.bbc.co.uk/dna/h2g2/A640090

Receitas em inglês:

http://www.passionateaboutfood.net/finger.php

Receitas em português:

http://claudia.abril.com.br/cozinha_experimental/receitas/finger_food.shtml