
O Garfo prometeu, prometeu, chegou a noite de Natal e nada. O plano era ter um Pavetone bem suculento sobre a mesa mas acabei amargando o meu panetone sem graça. Acordei encarando o pobre pão, abandonado junto com as últimas castanhas. Decidi que, dessa vez, ele não ia ter o triste fim de todos os panetones aqui em casa: ser devorado aos poucos, sempre na primeira refeição do dia. Jurei, por Tara, que esse panetone vai se tornar uma sobremesa de respeito. Com ou sem o Garfo.
Só que… eu não sei por onde começar. Garfooo, essa receita aí embaixo é boa?
Pavetone
Sobras de panetone (o panetone de frutas, não usar chocotone)
Creme:
1 lata de leite condensado
A mesma medida de leite
2 colheres (sopa) rasas de amido de milho
3 gemas passadas na peneira (reservar as claras)
Cobertura:
Claras batidas em neve firme
1 lata de creme de leite sem soro
1 colheres (sopa) rasas de açúcar
Modo de Fazer
Creme:
Levar ao fogo para ferver, mexendo sempre.
Cobertura:
Bater suavemente na batedeira, após, colocar o creme de leite e o açúcar sobre as claras.
Montagem:
Cortar o panetone em fatias finas e forrar o fundo do pirex. Sobre essa camada de panetone, com um pincel culinário, umedecer o panetone com licor de nozes ou similar (eu usei licor Frangélico). Sobre o panetone colocar uma camada de creme. Repetir a camada de panetone umedecido e o restante do creme.
Por último, colocar a cobertura, enfeitar com cereja e levar à geladeira por umas 3 horas.